Neto RorizAdvocacia
Falar com o escritório
Contratos, execução de valores, defesa em execuções bancárias, trabalhista do empregador e tributário — com o jurídico entrando antes da assinatura, junto da operação e dos números da empresa.
Não é preciso saber o nome jurídico do problema. Encontre abaixo a frase mais parecida com a sua situação — cada uma leva à explicação de como o caso é conduzido.
Há prazo curto para responder e a audiência costuma ser marcada antes da defesa. O que se junta nos primeiros dias — ponto, contracheque, ASO, convenção coletiva — decide boa parte do resultado.
Trabalhista do empregador → O banco entrou com execução e bloqueou minha conta.Bloqueio por SISBAJUD, penhora, busca e apreensão. Há caminho para suspender o bloqueio, discutir o valor cobrado e revisar encargos — mas o espaço diminui a cada semana.
Defesa em execução → Um cliente me deve e não paga de jeito nenhum.Cheque devolvido, duplicata, contrato assinado ou acordo descumprido. Cada documento tem um caminho próprio de cobrança — e um prazo depois do qual ele deixa de valer como título.
Cobrança de valores → Meu CNPJ vai ser excluído do Simples Nacional.Em março de 2026 a Receita emitiu mais de 1,1 milhão de termos de exclusão, com efeito em 1º de janeiro de 2027. Há prazo para contestar e há prazo — maior — para regularizar.
Tributário → Minha empresa está na dívida ativa e não sai CND.Sem certidão negativa não há crédito, não há licitação e não há venda de imóvel. Transação e parcelamento têm editais com janela de adesão que abre e fecha.
Regularização fiscal → Vou assinar um contrato e não sei se posso.Duas leituras antes da caneta: se a operação cabe na capacidade de pagamento da empresa e se há cláusula abusiva, garantia desproporcional ou vencimento antecipado mal escrito.
Contratos →
Advogado · Pós-graduação em Direito Tributário · Inhumas — Goiás
Antes de advogado, empresário. Neto Roriz conhece a rotina de quem toca um negócio — a folha, o contrato, o fisco, o cliente — porque esteve desse lado do balcão antes de defender empresas na Justiça.
É essa origem que define o jeito de trabalhar do escritório: a análise jurídica parte da operação e dos números da empresa, não só do documento que chegou para assinar. Linguagem direta, sem juridiquês desnecessário, e cada orientação apoiada em base legal verificável — o empresário precisa entender a decisão que está tomando, não apenas assinar embaixo dela.
O atendimento é próprio de banca pequena: o cliente fala direto com o advogado que conduz o caso, sem camada de intermediário.
Neto Roriz
Quatro frentes para a realidade de quem tem uma empresa para tocar — do contrato bem escrito à defesa quando a cobrança chega.
Defesa do empregador em reclamações trabalhistas, revisão de rotinas de RH, jornada e verbas, condução de acordos e negociações.
02Consultoria de regime tributário, defesa em autos de infração, contencioso fiscal e orientação preventiva para reduzir exposição a passivos.
03Elaboração, revisão e negociação de contratos empresariais — com as garantias, os prazos e as cláusulas de saída escritos antes de virarem discussão judicial.
04Os dois lados da execução: recuperar o crédito de quem tem a receber e defender quem está sendo executado por banco ou financeira, com valor inflado ou garantia excessiva. Atende a empresa e também a pessoa física cobrada junto — sócio, avalista ou fiador.
O perfil atendido é o do negócio em que o dono ainda toca a operação: entre poucos e algumas dezenas de funcionários, sem departamento jurídico próprio, com o contador como principal conselheiro técnico. É para essa realidade que o escritório foi desenhado.
Quando o problema é do sócio e não da empresa — divórcio, inventário, pacto antenupcial, financiamento de veículo —, o atendimento continua com o mesmo advogado. Quem toca um negócio raramente separa uma coisa da outra, e trocar de banca no meio custa contexto.
“O jurídico de uma empresa não começa no contrato.
Começa na operação.”
O contrato é onde a decisão vira prova — não onde ela nasce.
A maioria dos empresários decide certo. Perde por erro bobo: não registrar. Sem rotina, sem processo e sem cultura definida, a empresa fica refém da memória de um colaborador — e chega no conflito sem a prova do que fez. O trabalho começa antes disso.
Entender como a empresa funciona de verdade — rotina, pessoas, caixa e o que já está registrado. É aí que o problema jurídico nasce, não no papel.
Mapear onde essa operação gera exposição trabalhista, tributária e contratual — inclusive antes de assumir uma dívida: capacidade de pagamento (CAPAG) para saber se ela cabe, e leitura do contrato para saber se não há cláusula abusiva.
Transformar decisão em prova: contratos, políticas, registros e rituais que a empresa consiga manter no dia a dia — não um manual que morre na gaveta.
Quando o conflito vem, a atuação parte do que foi registrado — não da memória de quem estava lá.
No fim, a empresa fica com o histórico organizado do que decidiu e por quê — pronto para o dia em que precisar demonstrar isso a um sócio, a um banco, ao fisco ou a um juiz.
Inhumas — Goiás
Respostas objetivas, de caráter informativo. O caso concreto só se avalia com os documentos na mesa.
Guarde a data em que tomou ciência: é dela que corre o prazo, e ele é curto. Antes de qualquer negociação, é preciso conferir três coisas no processo: qual é o título que embasa a cobrança, como o valor foi calculado e qual garantia está sendo exigida.
É comum o valor cobrado já embutir encargos que não se sustentam e a garantia ser maior que a dívida. Nada disso se discute sem ler o contrato e a memória de cálculo.
Em operação bancária é a regra, não a exceção: o banco costuma exigir que o sócio assine como avalista ou fiador, e aí ele responde com o patrimônio pessoal, no mesmo processo. Por isso o escritório atende os dois lados dessa cobrança — a empresa e a pessoa física cobrada junto.
O foco é a empresa. Em execução e cobrança bancária, atende também a pessoa física — normalmente o sócio, o avalista ou o fiador que foi cobrado junto com a empresa.
O que existir do caso: contrato social, o contrato ou o título discutido, notificações e citações recebidas, e-mails e conversas relevantes. Se for processo em andamento, o número do processo já permite consultar os autos antes da conversa.
Documento faltando não impede a reunião — só muda o que dá para concluir nela.
A base é Inhumas, Goiás, e a região. O atendimento é feito com hora marcada, presencial no escritório ou por videoconferência; o acompanhamento do processo é eletrônico.
Tem, e é onde se perde mais dinheiro por omissão. Duas leituras antes da assinatura: se a operação cabe na capacidade de pagamento da empresa (CAPAG) e se o contrato tem cláusula ilegal ou abusiva — garantia desproporcional, encargo cumulado, vencimento antecipado mal redigido.
Depois que a execução chega, o espaço de discussão é bem menor.
O primeiro passo é entender o caso. O atendimento é feito com hora marcada, presencial em Inhumas ou por videoconferência.
WhatsApp (62) 99310-7600